Para que ela tivesse um pescoço tão fino, Para que os seus pulsos tivessem um quebrar de caule, Para que os seus olhos fossem tão frontais e limpos, Para que a sua espinha fosse tão direita E ela usasse a cabeça tão erguida; Com uma tão simples claridade sobre a testa, Foram necessárias sucessivas gerações de escravos, De corpo dobrado e grossas mãos pacientes, Servindo sucessivas gerações de príncipes Ainda um pouco toscos e grosseiros, áveis,cruéis e fraudulentos. Foi um imenso desperdiçar de gente Para que ela fosse aquela perfeição: Solitária,exilada, sem destino...